domingo, 26 de fevereiro de 2012

Suíça

Passados quase dois meses, finalmente consigo ter um tempinho para publicar as fotografias da viagem feita até Lausanne.
Partida foi no dia 29 às 19h, após algumas peripécias e muita risota lá chegamos nós a Lausanne à meia-noite, pergunta feita: querem ir já para casa ou dar uma volta pela cidade? VOLTA PELA CIDADE!!
Acabadas de sair de Lisboa em que austeridade não permitiu que as ruas fossem iluminadas, a primeira coisa que notamos é que mesmo aquela hora, Lausanne estava muito bem iluminada.

Day 1 acordar às 8h olhar pela janela e ver... chuva! Neve, o que queríamos ver, nada! Bem não há problema porque hoje é dia de ALPES.

64Km até à vila Les Diablerets, a nevar a maior parte do caminho, depois apanhar o teleférico até Isenau, uma estância de ski a 1762mt. Ao longo do caminho a paisagem proporcionou-nos umas imagens fantásticas:




Há vinda para Lausanne ainda fizemos uma paragem na vila de Veytaux para conhecer o Château de Chillon, construído sobre uma ilha rochosa no meio do lago, o monumento da Suíça mais visitado e conhecido por anular a passagem entre o sul e o norte da Europa:



Day 2: dedicado à zona de Lausanne. O primeiro ponto de paragem foi o Pavilhão Tailandês em Ouchy, uma oferta do rei pelos 16 anos que viveu na cidade:


Paragem seguinte e uns metros mais à frente foi o Museu Olímpico. Vale sem dúvida bem a pena uma paragem neste museu para conhecermos um pouco da história dos jogos olímpicos da época moderna. O museu vai estar encerrado nos próximos 20 meses para obras de renovação.


A tarde foi passada pela cidade, sendo que o ponto de maior reconhecimento é a Catedral de Notre Dame que proporciona uma vista sobre a cidade:


Outro sitio que gostei bastante na cidade foi a Place de la Palude onde pudemos ver a camara municipal e uma estatua:



Outro sitio onde nos proporcionada uma vista lindíssima sobre a cidade e o lago é junto ao Palácio da Justiça:


Day 3 foi passado num passeio beira do Lago Leman de Lausanne a Ouchy num percurso de 2.5km:

 
Day 4 mais um dia de levantar cedo, mas ia prometer, fomos até à região de Gruyére, primeiro à Fabrica de Chocolate Cailler (da Nestlé) na zona de Le Broc onde desde o inicio da visita nos vou contada a história do cacau e da empresa, no final foi-nos dado a provar os chocolates:



 
Sendo que à tarde fomos à fabrica de queijo à La Maison du Gruyére, onde nos foi indicado o porquê do sabor dos queijos, e depois a produção do queijo:




sábado, 17 de setembro de 2011

Lanzarote - Norte

Parte 2, a parte norte da ilha, e com muitas mais intervenções por parte de Cesar Manrique.

Mas vamos começar pela Cueva de los Verdes, um dos maiores túneis vulcânicos existente, por onde os rios de lava passavam e ao solidificar deixou um túnel tão largo que é possível fazer pequenos concertos no interior:


O próximo ponto de interesse Jameos del Agua, um seguimento do túnel da Cueva. Podemos observar no lago um animal muito ameaçado, os caranguejos albinos e cegos que têm o tamanho de uma unha.


Esta é mais uma construção de Manrique, que planeou uma piscina no centro, mas a meu ver a obra mais emblemática é sem duvida o Auditório, construído o meio do rio de lava.


Outra fantástica transformação da autoria de Cesar é o Mirador del Rio, uma antiga linha de canhões, foi necessário escavar na rocha de forma a não se notar o choque paisagistico. 


Do miradouro, consegue-se ver a ilha La Graciosa:


A segunda vila de Lanzarote é Teguise, a antiga capital, bastante pequena e calma...

...mas onde aos domingos de manha fica povoadissima devido ao mercado de artesanato.


Fundação Cesar Manrique, que até 1992, ano da sua morte, era a sua casa. Construída num sitio impensável um rio de lava. Mas esta localização tornou-se uma vantagem pois ele aproveitou 5 covas para fazer salas no piso subterrâneo
No piso térreo podemos observar alguns desenhos para as principais atracções turísticas bem como os projectos de Juguetes de Viento.


Por fim, a ultima grande obra de Manrique, o Jardim dos cactos, que congrega num espaço relativamente pequeno mas com muitas espécies do mundo inteiro:




Lanzarote - Sul

Finalmente as férias... e este ano foi nas Canárias, numa ilha de origem vulcânica mas com muito para ver. Como tal separei este post em Sul e Norte.

Existe algumas coisas que devemos saber antes de partir à descoberta desta ilha. Como disse inicialmente é de origem vulcânica, tendo sido a ultima erupção em 1736, que mudou por completo a vida na ilha criando rios de lava desde as montanhas de fogo até ao mar.
Durante o século XX Lanzarote teve um grande defensor, um paisagista, um arquitecto Cesar Manrique. Todas as intervenções dele tem como objectivo dinamizar a ilha mas com o menor impacto visual e natural possível.

De volta ao passeio, a primeira coisa que nós tomamos contacto é com o vento:

Como disse a ilha tem muito para ver mas tudo gira à volta do Parque Natural Timanfaya, a reserva onde estão localizados os principais vulcões:


Yaiza uma vila onde a principal actividade é o cultivo de vinho, onde existem diversas Bodegas. Particularidade das vinhas é que devido ao vento têm de ser protegidas por muros circulares:


Para se chegar a Timanfaya, caso vamos de carro vamos ter uma longa fila de espera, porque as entradas no parque são controladas. De excursão tem-se outra visão porque pode-se andar por todo o parque. Imagem do restaurante El Diablo, uma construção de Manrique.


El Golfo, uma zona bem a sul da ilha e bastante ventosa, que tem a principal atracção no Charco de los Clicos, um lago verde que tem esta coloração devido a uma planta que se encontra no fundo.


Arrecife, a capital de Lanzarote, conhecida pelas suas lojas, mas também pelo Castilho de San Gabriel.


Apesar de não apreciar a obra nem a pessoa, não pude deixar de ir à casa e biblioteca José Saramago. E confesso que me deixou impressionada, a casa continua tal como foi deixada, sendo que ainda é habitada. Em 2005 teve a necessidade de construir a biblioteca dado que recebia cerca de 10 livros por dia em português, espanhol, italiano e francês.


Para não ficarem com a impressão que as praias são de areia negra, o sul da ilha é brindado com praias de areia branca. No monumento Natural de los Ajaches onde está a famosa praia do papagaio. 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Galiza

Uns dias de descanso aproveitados para visitar a Galiza (pelo menos parte dela).

O primeiro ponto de parada foi em Vigo, com as suas bonitas construções, como pode-se verificar por este exemplo:

Uma imagem de marca de Vigo são os seus viveiros de peixe e marisco que vão salpicando a ria.


O ponto seguinte da paragem foi Santiago de Compostela, Património da Humanidade, onde chegam centenas de peregrinos diariamente.
Com o ex libris centrar a Catedral, contudo a cidade e a região tem mais para ver.


La Coruña, uma cidade que me surpreendeu, pela sua beleza e praias.
Para começar porque não uma visita a pé pela cidade, sem duvida a melhor forma de se descobrir a corunha.
O imponente Ayuntamiento de La Coruña:


Outro passeio bastante interessante é o passeio marítimo, a começar pelas famosas "galerias", este conjunto de edifícios com as varandas envidraçadas:

Se calhar o edifício mais emblemático da cidade e o Faro de Hercules, um farol romano ainda em funcionamento:


A caminho do monte de San Pedro, podemos observar este magnifico banco, o polvo. Não consegui perceber a simbologia...será porque a especialidade da zona o pulpo?


Já no monte, podemos andar no monumental miradouro panorâmico:


Que nos leva ao alto do monte onde se avista maravilhosamente a cidade, com as praias Orzán e Riazor:


O ultimo ponto desta visita foi o Faro Fisterra, onde começa um dos Caminhos de Santiago:

 Por fim iniciamos a vinda para Portugal pelas Rias Baixas, uma beleza natural: 


terça-feira, 19 de julho de 2011

Distrito de Braga

Mais um fim de semana mais uma voltinha... desta vez com muito para ver, vamos por partes.

Primeira paragem: Barcelos.
Com uma bonita fonte no meio do parque da feita, com o Hospital em pano de fundo:

A Igreja do Bom Jesus da Cruz, ou u Nossa Senhora do Terço, não consegui perceber: 

Junto ao posto de Turismo, conseguimos observar este belo exemplar do Galo de Barcelos:

Do lado de Barcelinhos conseguimos ter uma imagem muito bonita, sobre a Ponte.

No Paços de Concelho, também existe um Galo que permite uma fotografia muito bem enquadrada:

Segunda paragem: Viana do Castelo
Sempre que venho até esta cidade à beira mar plantada fico maravilhada com a Santa Luzia. A imponencia da igreja....

Os fantásticos vitrais:

E a sua vista:


Terceira paragem: Braga
Pela cidade estive muito pouco tempo, especialmente à noite, durante o dia deu para ir ao Sameiro:

Onde existe um cacto muito estranho mas que faz um efeito muito engraçado:

Do Sameiro ao Bom Jesus é um saltinho e como tal nao pude deixar de ir. Bom Jesus com um parque muito bonito em que a meu ver tem o ponto alto nesta especie de gruta:

Depois a igreja virada para a cidade, indeflizmente o tempo não permitiu tirar umas forografias à cidade.

A tarde foi passada no Gerês, passando pela Albufeira da Caniçada:

O velho hotel do Gerês, muito bem recuperado:

E as cascatas pela serra a fora...


Porto

Um fim de semana e uma fugidinha até ao Porto... Digamos que em um dia pouco deu para ver, mas do que me foi mostrado até fiquei bastante bem impressionada.

Passeio começou por almoçar na zona da ribeira, onde do lado de Gaia podemos observar as diversas caves de Vinho do Porto, ou pelo menos das marcas:


Enquanto decidíamos onde almoçar, deu para tirar a fotografia típica às construções da Ribeira: 

Virando ao rio Douro, uma das imagens emblemáticas do Porto, a Ponte D. Luís:


Depois do almoço porque não ir até à Avenida dos Aliados com os Paços de Concelho a topo:

Em seguida uma passagem de fugida pela Rotunda da Boavista com a famosa estátua:


Por fim e porque tínhamos de voltar, não podia deixar de passar pela Torre dos Clérigos: