sábado, 12 de março de 2011

Palácio Nacional de Mafra

Não é só fora das nossas fronteiras que existem coisas que valem a pena serem vistas... Num momento que tanto se fala em crise e falta de dinheiro porque não fazer pequenos passeios e temos bem perto de Lisboa, o Palácio de Mafra.

Um convento que após uma promessa foi convertido em Palácio Real. D. João V era rei que não tinha filhos e caso viesse a ter herdeiros construía um palácio.

Visita começou pela parte do convento, na cozinha de apoio à enfermaria.

Passado pela zona em que eram preparados os medicamentos que eram administrados aos doentes que se encontravam no convento.

A enfermaria situava-se na igreja de forma a que os doentes pudessem assistir à missa, as camas eram puxadas para o centro da enfermaria.

Dos muitos objectos que o palácio têm no seu espólio, este foi um dos que mais me chamou a atenção, um telegrafo, o meio de comunicação usado na altura.

A Sala da Caça é ampla decorada com chifres das caçadas.

Sem dúvida que um dos locais do Palácio que mais me fascinou foi a Biblioteca. Decorada com mármore rosa, branco e cinzento, um espaço com 88mt de comprimento e mais de 40.000 livros.


Cuba - Varadero

Passados três dias em Havana, a palmilhar quilómetros, chegou o tempo do devido descanso. Era altura assim para deixar a Província de Havana para passar para a Província de Matanzas. Esta ponte é a fronteira entre as duas províncias.

Um dos primeiros contactos que tivemos em Varadero, foi com estas queridas criaturas que vagueavam pelos jardins e piscina do hotel.

Varadero não tem muito para ver, contudo sendo nós um grupo de amigos que gostamos de conhecer os sitio onde estamos, lá fomos nós de charrete dar um passeio pela vila. 
De um lado vemos imagens como esta. 

 Como de outro lado vemos imagens paradisíacas como a seguinte. 

A presença do partido é uma constante.

Uma árvore muito típica em Cuba é a Palma Real, considerada um símbolo natural de preservação.

Deixo uma imagem que vale mais do que mil palavras...

Se forem a Varadero e tiverem oportunidade, faça um dos muitos cruzeiros aos Cayos. Tive o prazer de fazer ao Cayo Blanco, uma viagem de catamara.

Com uma primeira paragem para fazer Snorkeling, numa das zonas de corais

Os animadores dos barcos atiram comida ao mar e der repente apareceram uma quantidade enorme de peixes, mostrando as diferentes espécies que habitam no mar das caraíbas.

A próxima paragem foi num delfinário em pelo oceano.

Esta paragem proporcionou-me a realização de um grande sonho meu, de um dia poder nadar com golfinhos e foi simplesmente MÁGICO... a pele do golfinho tem um toque difícil de descrever...

Destino final, Cayo Branco, uma ilha de areia branca e finíssima, com águas quentes e cristalinas.

De regresso a Varadero, deixo a imagem de como os locais transportavam os seus produtos numa bicicleta.


terça-feira, 8 de março de 2011

Cuba - Havana

Em Outubro do ano passado, fiz uma viagem que nem sei como descrever, acompanhada das pessoas certas...
Objectivo da viagem: conhecer Cuba (ou pelo menos Havana) ainda com o regime dos irmãos Castro.
Chegada ao aeroporto de Varadero, espera-nos uma viagem de 2h30min para percorrer os 140km que nos separam de Havana.
Fazemos uma pequena paragem a meio do caminho onde começamos por ter o primeiro contacto com os cocktails cubanos... Pinacolada, que leva coco triturado e...rum à descrição MUITO BOM!!!


Com isto já chegamos à cidade de noite, e sendo o nosso hotel a 13km do centro, tivemos de deixar todas as pessoas que vinham connosco no autocarro. Como tal já não havia tempo para fazer chek-in e voltar para Havana, decidimos procurar um sitio para comer... Comida tipicamente cubana... PIZZA.

Ainda com os horários meio trocados acordamos bem cedo, sendo que esta foi a primeira vista que tivemos de Havana, a partir do nosso hotel:


Em Havana a melhor forma de conhecer a cidade é combinando com um taxista para nos levar onde muito possivelmente os guias não nos levam.

Primeiro ponto de paragem obrigatório foi sem duvida a Praça a Revolução, onde podemos encontrar o Ministério do Interior (com a mítica imagem em bronze de Che), o Ministério das Comunicações, a Biblioteca Nacional José Martí, o Ministério das Forças Armadas Revolucionárias e o Memorial José Martí. Fica aqui a imagem do Ministério do Interior:

Um dos meios de transporte muito usados em Cuba e típicos são os cocos:


O Capitólio Nacional, muito parecido ao do eterno inimigo Estados Unidos da América:


Na Praça da Catedral, podemos observar a catedral de Havana onde o bispo celebra as suas missas:


Estando de frente para a Catedral temos uma ruazinha à esquerda que nos leva a um dos sítios mais conhecidos de Cuba, o bar La Bodeguita del Medio onde são feitos os melhores Mojitos do mundo :)

Em seguida temos um mural Histórico-Cultural representativo do ciclo de personagens do mundo artístico e literário de Havana.  


Passando pela Praça das Armas, chegamos a uma ampla praça, São Francisco de Assis, que contem a igreja ao mesmo santo. Nesta mesma praça temos um imponente edifício que pertence à Loja de Comercio, onde era providenciado um escritório a companhias estrangeiras que tinham joint ventures em Cuba.


Um pouco mais à frente podemos encontrar a Câmara dos Representantes:

A próxima paragem é a Praça Velha. Tem este nome porque estava demasiado degradada, contudo ao longo dos anos, os edifícios foram sendo recuperados, mantendo o seu aspecto original. Nesta fotografia, o primeiro edifício (amarelo) é uma Fabrica de Cerveja, não vão a contar com a nossa cerveja, porém até é bastante saborosa:


Acabando o passeio a pé, a nossa próxima paragem foi o edifício Bacardi um icon da arte-dec, que por si só vale pela imponência da construção, podemos ter a sorte de podermos subir à torre do sino, onde nos deparamos com uma vista fantástica sobre Havana.

Directamente sobre o museu da Revolução:


Ou mesmo sobre Havana habitacional:

Qualquer parede serve para fazer propaganda, tanto de apoio ao regime como à revolução de Che Guevara:

Um dos lugares mágicos em Havana é sem dúvida o Tropicana, um cabaré que sem duvida vale bem a pena os 80€. Tanto pelo jantar, como pelo espectáculo que é acompanhado por duas garrafas de Rum Havana Club. 

Em Havana existe um museu, que por acaso não fui ver, mas porquê? O museu do Automóvel, mas para mim o verdadeiro museu encontra-se as ruas onde exemplares tipo estes dois, são mais do que comuns. Comum também é o facto de podermos encontrar uma preciosidade desta, ou mesmo outra, encostada na berma e um cubano de volta dela.

Numa rua atrás do Capitólio existe uma fábrica de tabaco, onde podemos ainda observar a manufactura dos famosos charutos cubanos.

Uma outra paragem que para nós pareceu-nos importante, foi a estação de comboios. Num país que afirma com orgulho que não há atrasos nos comboios, muito à custa de não terem horários, conseguimos encontrar pessoas sentadas tranquilamente na sala a olhar para uma televisão vazia à espera de transporte ferroviário.

Outra paragem obrigatória em Havana é o Memorial José Martí, 129mt de altura que nos proporciona uma vista ímpar sobre, não só a Praça da Revolução, bem como toda a cidade.

Para o lado de Miramar, conseguimos ver os hotéis mais afastados da cidade, os edifícios mais à esquerda, bem como a torre da embaixada da Russia, a torre à direita nesta fotografia.

A Praça da Revolução, com o edifício mais à esquerda meio cortado, o Teatro Nacional de Cuba. O edifico à esquerda com a figura de Che, o Ministério do Interior. O edifício mais à direita é o Ministério das Comunicações.

No lado oposto da Praça da Revolução encontramos a sede do Partido Comunista Cubano:

Outra paragem quase que obrigatória é o Cemitério de Colombo, pela grandiosidade do espaço ocupado, para se ter a noção existem 2 avenidas que se cruzam no centro do cemitério, com duas vias de rodagem para cada lado.

Existem 2 espaços que os cubanos se orgulham muito, um monumento grandioso em mármore, se a memória não me falha avaliado em 8 milhões de dólares, de homenagem aos bombeiro de Havana. Outro monumento é este, às forças armadas revolucionárias, encontram-se sepultados os revolucionários.

Acabo esta pequena amostra da Cidade de Havana com esta estátua, na marginal, que apela à PAZ, num monumento que tem dois canhões.


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Ilha Terceira

Já apresentei Angra do Heroísmo agora vou apresentar o resto da Ilha.

Vamos dar a volta, começando nos Biscoitos, uma aldeia muito gira, com umas piscinas naturais lindíssimas.
Continuamos a nossa viagem para o interior, nós somos um elemento estranho, um rebanho de cabras consegue parar a circulação dos carros durante 5 minutos...muito bom!
Próxima paragem, Furnas do Enxofre. Não tem nada a ver com as Furnas de São Miguel mas para quem nunca viu, consegue ficar com a ideia do que é... Muito calor, fumo a sair de grandes buracos do chão e o cheiro caracterisitco a enxofre. O próximo sitio que apresento, foram necessárias duas tentativas para conseguir ter boa visibilidade. O ponto mais alto da Ilha, serra de Santa Barbara.
A humidade neste ponto é tão constante que de um lado para a outro da estrada corre água, formando pequenas cascatas,como esta...
A seguinte fotografia é para termos uma ideia de como é parte da ilha, com os pinheiros nórdicos e com as estradas ladeadas de hortenses.
Outro sitio muito bonito é uma pequena lagoa mesmo em frente à entrada da Gruta do Natal, um pastagem onde as vacas andavam livremente, tal como por toda a ilha.
Deixo uma fotografia, de uma das variadas praias/piscinas que se vão encontrando ao longo da costa.
Chegamos à cidade da Praia da Vitória. É dos poucos sítios na ilha que temos praia com areia, mesmo que com areia que nos deixam os pés todos pretos.
A serra do cume proporciona-nos uma grande vista, desde sobre a cidade de Praia como da parte interior em que percebemos porque chamam aos Açores a manta de retalhos.
Tive bastante sorte com a altura em que fiz a viagem, dado que grande parte das vilas estava em festa, aliás nos 4 dias que lá estive bem podia ter feito um rally-festas.
Mas de todas houve uma que fiz questão em ir, à tourada a corda na Praia da Vitória, diziam que era mais engraçado do que ver em alcatrão dado que na areia o touro corre mais do que nós... e não é que é verdade?! Bem que tive de correr uma vez à frente dele...
Um dos touros gostava muito da água, pois sempre que podia entrava a correr, proporcionado imagens como esta.
Numa das estrada no meio da serra, mais uma vez somos nós que estamos mal, tivemos mesmo de parar para que as vacas pudessem passar, bem elas ao pé do carro eram enormes, eu não brincava a frente de um bicho destes...
Por fim, uma das minhas ultimas paragens, a Lagoa das Patas, um pequeno parque em que as famílias se juntavam para passar um bom tempo e um piquenique.
Lagoa das Patas, exactamente porque existe uma grande comunidade de patos a habitar no lago.