quarta-feira, 6 de junho de 2012

Páscoa em Roma

Viagem de última hora... e porque não passar o Domingo de Pascoa em Roma?
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Sexta-feira santa apanhar o avião das 7h para aproveitar o maximo de tempo... chegados a Roma, não tendo os nossos quartos prontos e tendo em conta que o nosso hotel estava colado ao Vaticano, vamos aproveitar para fazer reconhecimento e comprar alguns bilhetes para as vesitas.
Vaticano só no sabado que já fechou... tivemos de fazer uma mudança de planos


Vamos até à zona no Colosseo, pode ser que consigamos entrar... não! Já estava encerrado para a procissaão da Via Sacra, pronto... vamos passear por esta parte e passar a Via Sacra:


A tarde ainda era uma criança, como tal fomos fazer um passeio a pé. Primeiro ponto de paragem foi a Fontana di Trevi, relamente é lindissima, mas sempre com imensos turistas...


O ponto de paragem seguinte foi o Phanteon, que inicialmente era dedicado a todos os deuses romanos, agora é um templo cristão


Conhecido mundialmente pela sua cúpula:


Ponto seguinte do nosso passeio foi a Piazza Navona, com as suas três fontes e um fernezim de artistas a venderem o seu trabalho. Foi nesta praça que fiquei deliciada com os gelados italianos, que são efectivamente muito bons.


Caminho de retorno foi feito pelo Castelo de Sant'Angelo, uma fortaleza, onde se diz que em caso de atentado no Vaticano é um dos possiveis caminhos de fuga.


Caminando pela Via della Conciliazione, eis que chegamos à Praça de São Pedro, expoente maximo da igreja católica.


O segundo dia começou com a visita à imponente Catedral de São Pedro, decorada com grande parte das peças que foram retiradas do forum romano.


Podemos observar diversas obras de arte, sendo a mais mitica a Pietá, de Miguel Angelo que representa Jesús morto nos braços da Virgem Maria.


Depois da Basilica, o proximo ponto do passeio foi pelos museus do Vaticano, se quiserem ver como deve ser e com calma, reservem uma manhã.
Das diversas janelas do museu temos vistas fantasticas sobre a cidade, esta é sobre a Piazza do Risorgimento, onde se encontrava o nosso hotel.


Para mim o museu é impressionante, todas as salas, todas as obras de arte, mas o que realmete me deixou sem palavras (e que não é facil) foi a Capela Sistina, com os frescos dos mais carismáticos artistas renascentistas, Miguel Angelo, Rafael, Bernini. Local onde se realiza o Conclave.


A saida do museu faz-me pela não menos famosa rampa em espiral:


Pela tarde fizemos o passeio a começar pela Piazza del Popolo onde podemos observar as igrejas gémeas. Continuando fomos até à Piazza di Spanha, onde se encontra a famosa Scalinata di Spanha.



O passeio continuou pela via dei Condotti onde estão as melhores marcas, até à Via dei Portugesi, onde queriamos ver a igreja de Santo António, mas estava encerrada! Continuamos pela ponte Umberto I até à Piazza dei Tribunali:


No domingo como nao podia deixar de ser,  foi passado na precça de São Pedro. A tarde foi aproveitada para conhecer "Roma Antiga".
Começando pelo imponente monumento a Vittorio Emanuel:


Passando pela Colonna Traiana...


... pelo forum...


... até ao Colosseo.


A meu ver bem perservado tendo em conta os milhões de turistas que passam anualmente por este monumento. Incrivel que era um estádio onde cabiam 55mil pessoas, que faziam a entrada pelas 80 portas.


Mesmo ao lado podemos também ver o não menos imponente Arco di Constantino:


Proximo ponto do nosso passeio foi o Palatino, onde os imperadores faziam o seu retiro.


É no Palatino que vemos um outro Arco, o de Tito:


E como não podia deixar de ser, uma fotografia da Fontana di Trevi à noite:

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Suíça

Passados quase dois meses, finalmente consigo ter um tempinho para publicar as fotografias da viagem feita até Lausanne.
Partida foi no dia 29 às 19h, após algumas peripécias e muita risota lá chegamos nós a Lausanne à meia-noite, pergunta feita: querem ir já para casa ou dar uma volta pela cidade? VOLTA PELA CIDADE!!
Acabadas de sair de Lisboa em que austeridade não permitiu que as ruas fossem iluminadas, a primeira coisa que notamos é que mesmo aquela hora, Lausanne estava muito bem iluminada.

Day 1 acordar às 8h olhar pela janela e ver... chuva! Neve, o que queríamos ver, nada! Bem não há problema porque hoje é dia de ALPES.

64Km até à vila Les Diablerets, a nevar a maior parte do caminho, depois apanhar o teleférico até Isenau, uma estância de ski a 1762mt. Ao longo do caminho a paisagem proporcionou-nos umas imagens fantásticas:




Há vinda para Lausanne ainda fizemos uma paragem na vila de Veytaux para conhecer o Château de Chillon, construído sobre uma ilha rochosa no meio do lago, o monumento da Suíça mais visitado e conhecido por anular a passagem entre o sul e o norte da Europa:



Day 2: dedicado à zona de Lausanne. O primeiro ponto de paragem foi o Pavilhão Tailandês em Ouchy, uma oferta do rei pelos 16 anos que viveu na cidade:


Paragem seguinte e uns metros mais à frente foi o Museu Olímpico. Vale sem dúvida bem a pena uma paragem neste museu para conhecermos um pouco da história dos jogos olímpicos da época moderna. O museu vai estar encerrado nos próximos 20 meses para obras de renovação.


A tarde foi passada pela cidade, sendo que o ponto de maior reconhecimento é a Catedral de Notre Dame que proporciona uma vista sobre a cidade:


Outro sitio que gostei bastante na cidade foi a Place de la Palude onde pudemos ver a camara municipal e uma estatua:



Outro sitio onde nos proporcionada uma vista lindíssima sobre a cidade e o lago é junto ao Palácio da Justiça:


Day 3 foi passado num passeio beira do Lago Leman de Lausanne a Ouchy num percurso de 2.5km:

 
Day 4 mais um dia de levantar cedo, mas ia prometer, fomos até à região de Gruyére, primeiro à Fabrica de Chocolate Cailler (da Nestlé) na zona de Le Broc onde desde o inicio da visita nos vou contada a história do cacau e da empresa, no final foi-nos dado a provar os chocolates:



 
Sendo que à tarde fomos à fabrica de queijo à La Maison du Gruyére, onde nos foi indicado o porquê do sabor dos queijos, e depois a produção do queijo:




sábado, 17 de setembro de 2011

Lanzarote - Norte

Parte 2, a parte norte da ilha, e com muitas mais intervenções por parte de Cesar Manrique.

Mas vamos começar pela Cueva de los Verdes, um dos maiores túneis vulcânicos existente, por onde os rios de lava passavam e ao solidificar deixou um túnel tão largo que é possível fazer pequenos concertos no interior:


O próximo ponto de interesse Jameos del Agua, um seguimento do túnel da Cueva. Podemos observar no lago um animal muito ameaçado, os caranguejos albinos e cegos que têm o tamanho de uma unha.


Esta é mais uma construção de Manrique, que planeou uma piscina no centro, mas a meu ver a obra mais emblemática é sem duvida o Auditório, construído o meio do rio de lava.


Outra fantástica transformação da autoria de Cesar é o Mirador del Rio, uma antiga linha de canhões, foi necessário escavar na rocha de forma a não se notar o choque paisagistico. 


Do miradouro, consegue-se ver a ilha La Graciosa:


A segunda vila de Lanzarote é Teguise, a antiga capital, bastante pequena e calma...

...mas onde aos domingos de manha fica povoadissima devido ao mercado de artesanato.


Fundação Cesar Manrique, que até 1992, ano da sua morte, era a sua casa. Construída num sitio impensável um rio de lava. Mas esta localização tornou-se uma vantagem pois ele aproveitou 5 covas para fazer salas no piso subterrâneo
No piso térreo podemos observar alguns desenhos para as principais atracções turísticas bem como os projectos de Juguetes de Viento.


Por fim, a ultima grande obra de Manrique, o Jardim dos cactos, que congrega num espaço relativamente pequeno mas com muitas espécies do mundo inteiro:




Lanzarote - Sul

Finalmente as férias... e este ano foi nas Canárias, numa ilha de origem vulcânica mas com muito para ver. Como tal separei este post em Sul e Norte.

Existe algumas coisas que devemos saber antes de partir à descoberta desta ilha. Como disse inicialmente é de origem vulcânica, tendo sido a ultima erupção em 1736, que mudou por completo a vida na ilha criando rios de lava desde as montanhas de fogo até ao mar.
Durante o século XX Lanzarote teve um grande defensor, um paisagista, um arquitecto Cesar Manrique. Todas as intervenções dele tem como objectivo dinamizar a ilha mas com o menor impacto visual e natural possível.

De volta ao passeio, a primeira coisa que nós tomamos contacto é com o vento:

Como disse a ilha tem muito para ver mas tudo gira à volta do Parque Natural Timanfaya, a reserva onde estão localizados os principais vulcões:


Yaiza uma vila onde a principal actividade é o cultivo de vinho, onde existem diversas Bodegas. Particularidade das vinhas é que devido ao vento têm de ser protegidas por muros circulares:


Para se chegar a Timanfaya, caso vamos de carro vamos ter uma longa fila de espera, porque as entradas no parque são controladas. De excursão tem-se outra visão porque pode-se andar por todo o parque. Imagem do restaurante El Diablo, uma construção de Manrique.


El Golfo, uma zona bem a sul da ilha e bastante ventosa, que tem a principal atracção no Charco de los Clicos, um lago verde que tem esta coloração devido a uma planta que se encontra no fundo.


Arrecife, a capital de Lanzarote, conhecida pelas suas lojas, mas também pelo Castilho de San Gabriel.


Apesar de não apreciar a obra nem a pessoa, não pude deixar de ir à casa e biblioteca José Saramago. E confesso que me deixou impressionada, a casa continua tal como foi deixada, sendo que ainda é habitada. Em 2005 teve a necessidade de construir a biblioteca dado que recebia cerca de 10 livros por dia em português, espanhol, italiano e francês.


Para não ficarem com a impressão que as praias são de areia negra, o sul da ilha é brindado com praias de areia branca. No monumento Natural de los Ajaches onde está a famosa praia do papagaio.